san andreas - movie review

Este é um post que eu realmente vos queria trazer. Sem exagero, o filme que vos trago hoje é, na minha opinião, o melhor filme de 2015. Sim,...

Este é um post que eu realmente vos queria trazer. Sem exagero, o filme que vos trago hoje é, na minha opinião, o melhor filme de 2015. Sim, ainda melhor que o Velocidade Furiosa 7. E que filme é este que me deixou completamente rendida e também fez as delícias do meu grupo de cinema nessa tarde? Nada mais, nada menos que o mais recente filme do Dwayne Johnson - San Andreas. 


O filme retrata o dia em que o terramoto de maior magnitude alguma vez sentido atinge Califórnia, ameaçando dividir o território através da falha de San Andreas. Mas calma, pois não é aí que começamos...

Há dois grupos de personagens igualmente importantes no filme, mas que não chegam a contracenar e é por esses grupos que eu quero começar.

O primeiro grupo, as ditas personagens principais, é Ray e Emma, respetivamente interpretados por Dwayne Johnson e Carla Gugino, a filha do casal - Blake, interpretada por Alexandra Daddario, e duas outras personagens que se juntam a eles. O segundo grupo de personagens são os sismólogos Lawrence Hayes e Kim Park e alguns outros que trabalham com eles.

Quando o Dr. Kim Park e Lawrence Hayes vão à barragem Hoover testar o seu método de previsão de terramotos, um abalo de magnitude 7.1 surpreende-os, acabando até por tirar a vida a Park. A catástrofe faz com que Ray seja chamado ao trabalho, vendo-se impossibilitado de levar a filha até São Franscisco, deixando a viagem de Blake a cargo de Daniel, o novo marido da mãe.

De regresso ao trabalho, Hayes descobre que San Andreas está a começar a tremer, o que leva a um sismo de magnitude elevada. Em desespero, quando o edifício onde se encontrava começa a tremer e cair, Emma liga a Ray, pedindo-lhe que este a ajude.

E é a partir daí que a ação se desenrola... O resto do filme pode resumir-se em dezenas de minutos emocionantes e de um realismo soberbo em que a missão de Ray Gaines é garantir a sua sobrevivência, a sobrevivência de Emma e ainda salvar Blake e os dois rapazes que a ajudaram.

Honestamente, este é um filme que me deixou absolutamente rendida. A história não é a típica história de destruição e catástrofe como já vimos noutros filmes, mas sim algo que acaba por jogar muito com o nosso psicológico. Quase chorei, admito. Além disso, parece que tudo está a acontecer de verdade e que a Califórnia está a ser brutalmente destruída.

Na minha opinião, o único aspeto mau nem foi culpa do filme, mas sim do cinema onde eu o vi. Não sei se há cinemas em Portugal que tenham o San Andreas em 3D, mas o cinema de Loures só tinha a versão 2D, o que me deixou um bocado triste.

A verdade é que o filme é absolutamente excecional. A queda dos edifícios, o tremer do chão, o tsunami... Tudo parecia real, principalmente quando nos davam planos da cidade toda. Além disso e da fantástica história, não há imagens que sejam demasiado violentas, por isso, mesmo com as inúmeras mortes e com a destruição massiva, é um filme igualmente recomendável para pessoas mais sensíveis. Resta-me apenas dizer que, de 0 a 10, este filme podia, sem dúvida, ser um 20.



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