Novembro e... A praia!

Que saudades!  Peço, novamente, desculpa pela demora a publicar. A verdade é que este post já devia ter sido escrito e publicado há algum te...

Que saudades! Peço, novamente, desculpa pela demora a publicar. A verdade é que este post já devia ter sido escrito e publicado há algum tempo, mas digamos que novembro tem sido um mês complicado e que consegui, hoje, entre trabalhos de casa e resumos para os testes, arranjar um tempinho para vos escrever. E sobre o que é que vos escrevo? Exatamente, sobre praia.

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim.
E praia porque razão? Pois bem, novembro trouxe, de norte a sul do país, o verão de São Martinho e, num desses fins de semana recheados de sol, eu e duas amigas resolvemos que nada seria melhor do que ir passear à beira-mar. E que zona melhor para passear do que a bela Ericeira?

A praia é algo que me relaxa de uma maneira completamente inacreditável. Os dias antes deste fim-de-semana não tinham sido particularmente fáceis e ver que, tal como o meu eu interior, o mar estava revoltado era algo estranhamente tranquilizante. E enquanto tirava as inúmeras fotos que tirei, ao mar, ao céu, às rochas e a tudo o que vi, só conseguia pensar em como queria que as fotos ficassem boas para poder partilhá-las com vocês.

A verdade é que já faço imensas coisas no meu dia-a-dia a pensar em vocês, os meus queridos leitores, e a pensar em como vos vou contar esses acontecimentos. Mesmo que não tenha conseguido postar com a frequência que queria, vocês não saem do meu pensamento e eu tenho montes de anotações na minha agenda que me dizem para escrever para vocês. Infelizmente, nem sempre isso se torna possível.

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim
ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 
Como vos disse, neste fim-de-semana fomos para a Ericeira. Passámos lá a tarde e voltámos para casa apenas ao anoitecer, o que nos deu a possibilidade de olhar um dos pores-do-sol mais bonitos que alguma vez tive o prazer de ver. O dia foi passado a passear pela vila da Ericeira e pelas praias tão bonitas que temos nesta região.

Foi um dia recheado de coisas boas, como gargalhadas, sorrisos e ainda alguns desabafos. Ao início, a máquina fotográfica não queria ajudar muito e foi o telemóvel que nos safou as primeiras fotografias e as primeiras selfies. Depois disso, enquanto andámos pelas ruas perto da praia e rezávamos mentalmente para que a câmara se resolvesse a nosso favor. Isso lá aconteceu, felizmente. E o que seguiu foi uma imensa sessão fotográfica com o azul do mar como pano de fundo. Se bem que, aqui entre nós, uma delas preferia sempre o verde.

Como já devem ter percebido, este acaba por ser um post em que desabafo mais convosco, porque não há muito a falar sobre o dia em si, tendo em conta que foi um dia mesmo dedicado às fotografias e que, por mais que tenha sido bastante divertido, foi uma daqueles dias em que, quando tentamos falar sobre ele, acabamos por nos resumir a uma frase: tinhas que lá estar. É por isso que partilho com vocês estas fotografias, porque quero que parte de vocês possa, nem que seja pelo pensamento, estar lá. Quero que vejam os azulejos nas pedras, a revolta do mar, o pôr-do-sol. Quero que vejam tudo o que eu vi e que sintam nem que seja apenas um pouco do que eu senti.

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim
ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 
Aproveito, com esta foto, para vos falar de várias coisas: a roupa que levei, esta mensagem em específico e todas as outras mensagens que se espalhavam por aquelas rochas, todas pintadas em azulejos.

Comecemos então pela roupa: estava calor, bastante calor mesmo. E eu sou uma rapariga que gosta de andar de calções. Sendo assim, todas as oportunidades que eu tiver para os usar, eu aproveito. Este fim de semana foi uma dessas vezes. Decidi-me por uns calções pretos, de cintura subida, que comprei este verão na Bershka e por uma blusa branca, de meia manga, que tem um detalhe fantástico que vocês verão numas fotos mais abaixo. Simple, but effective.

Em relação aos azulejos, pois bem, eles estavam espalhados por diversas rochas que faziam a ligação entre a praia e um restaurante. Estavam pintados com vários provérbios náuticos e eu adorei cada um deles. Na foto que está aqui ao lado, podemos ler: Numa tempestade, não se escolhe o porto. Mas dizeres como Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável ou As marés e o tempo não esperam por nenhum homem, entre outros, podiam ser lidos naqueles azulejos. Na minha opinião, um método original de espalhar a cultura náutica e de passar mensagens positivas e inspiradoras a quem por lá passa.

Depois de tirarmos as fotos por aqui e de sermos atacadas por um bando de gaivotas, rumámos ao centro da Ericeira, com destino à gelataria Blue Ice. Escolhemos os nossos sabores favoritos, comprámos os gelados e fomos, por fim, à praia.

Já na praia, fomos presentadas com um pôr-do-sol de tirar o fôlego e aproveitámos então para sentirmos a areia e a água do mar nos pés e para, obviamente, tirar mais fotografias.

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 

Todas as fotografias deste artigo foram tiradas por mim ou pelas raparigas que estavam comigo, a mim. 


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4 comentários

  1. Querida Beatriz, muito muito obrigado pelas palavras! Que conforto enorme!
    Sem dúvida que o meu maior objetivo era ajudar alguém que esteja na mesma situação que eu ou que esteja a entrar pelo mesmo caminho. Embora soubesse que a exposição poderia trazer-me dissabores, fi-lo de consciência tranquila porque o que importava mesmo era dar o meu testemunho.
    O vosso apoio encheu-me o coração e com mais força não poderia ter fico. Vocês são incríveis! <3

    Adorava viver perto da praia. Acho que não hé melhor confidente que o mar e toda essa paz interior que nos traz. As fotos estão realmente bonitas, tal como tu! :')
    Espero que estejas bem!

    Um grande beijinho e, uma vez mais, muito obrigado!

    NEW COOKING EXPERIENCE POST | Apple Pie Without Sugar
    InstagramFacebook Oficial PageMiguel Gouveia / Blog Pieces Of Me :D

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    Respostas
    1. Oh Miguel... :') É muito bom para mim saber que, de alguma forma, te pude transmitir o meu apoio e te pude confortar. Felizmente, não sei o que é estar nessa situação ou nalguma semelhante, mas imagino que seja tudo menos fácil e que seja precisa uma força enorme para ultrapassar isto. Contudo, tenho a certeza que tens essa força, essa garra e essa determinação que são precisas e que, no futuro, poderás, sem dúvida, continuar a ajudar quem passe por essa situação.

      Sem dúvida que viver a pouca distância da praia é uma sorte inacreditável e tenho que concordar contigo, não há melhor confidente que o mar. Muito obrigada e sim, estou bem, até porque nada melhor que o mar para nos levar as dores e as mágoas.

      Muito obrigada eu, pela tua visita, pelo teu comentário e por seres um exemplo de força e determinação!

      Um grande beijinho.

      Eliminar
  2. Bonitas imagens.

    Isabel Sá
    http://brilhos-da-moda.blogspot.pt

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Muito obrigada Isabel, pelo elogio, pelo comentário e pela visita!

      Beijinhos.

      Eliminar

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