CREED | MOVIE REVIEW

Já passou mais de um mês desde o dia em que me sentei na cadeira da sala de cinema, com o pacote das pipocas salgadas numa mão e a coca-cola...

Já passou mais de um mês desde o dia em que me sentei na cadeira da sala de cinema, com o pacote das pipocas salgadas numa mão e a coca-cola noutra. Era uma festa de aniversário e o filme escolhido foi o Creed. 



Pessoalmente, sou fã de filmes que envolvam luta livre, boxe e esse tipo de desporto de contacto físico, uma vez que, na sua maioria, nos trazem ótimas lições de vida e nos convencem de que somos invencíveis e imparáveis, de que estamos no topo do mundo e que nada nem ninguém nos consegue derrubar. Este não é uma exceção.

Não sei se algum de vocês está familiarizado com os filmes do Rocky, eu não estava e isso não afetou de maneira nenhuma a minha compreensão da longa metragem. Creed: O Legado de Rocky, protagonizado por Michael B. Jordan (such an hottie), Sylvester Stallone e Tessa Thompson, conta-nos a história de Adonis Johnson Creed. Adonis é filho ilegítimo de Apollo Creed, o maior rival mas também o melhor amigo de Rocky Balboa.

Passando a sua infância num reformatório, Adonis revela ser uma criança e um pré-adolescente algo agressivo e com tendência para resolver as coisas através de brigas corporais. Há, no entanto, um dia em que a mulher do falecido Apollo vai à instituição e traz Adonis para casa, com a intenção de lhe dar uma vida e uma educação melhores.

No entanto, o gosto pelas lutas corpo-a-corpo e pelo ringue de boxe apenas cresce e o rapaz quer cada vez mais seguir as pegadas do pai no mundo do pugilismo. Parte então para Filadélfia, onde encontra, com muito esforço, o apoio e o treino necessários, a rampa de lançamento para os seus primeiros combates profissionais e... o amor da sua vida.

Creed é, sem dúvida, um filme capaz de agradar qualquer pessoa e é uma ótima sugestão para estas tardes frias e chuvosas. Mostra-nos a importância de irmos atrás dos nossos objetivos mas, principalmente, de sermos fiéis a nós mesmos e manter-mos os pés bem assentes na terra quando estamos em ascensão. Tal como muitos outros filmes que contém pugilismo, a ideia com que ficamos quando o acabamos de ver é que também nós somos invencíveis e imparáveis, capazes de chegar ao topo e de alcançarmos os nossos objetivos. E, verdade seja dita, nós somos

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